Conversa com os astros.
Acho que todo mundo já teve sua noite de ficar em silêncio fitando o céu, as estrelas, a lua. Cito os três separadamente, pois prezo por admirá-los dessa forma também. E o faço com mais freqüência do que julgava.
Um infinito negro polvilhado de estrelas e uma solitária lua. Mas calma lá. A lua não é solitária. Ela tem a terra. E a terra a tem. As estrelas estão lá para abrilhantar o namoro dessas duas almas. O sol é como aquele pai (ou mãe) inoportuno que fica no pé da filha dizendo que já está na hora do namorado ir embora. A lua, obediente, vai. Mas nem sempre é assim. Por vezes ignorando o fiscal familiar, ela se rebela e se interpõe entre o obstáculo e sua amada, diminuindo a claridade, deixando apenas luzes de velas romantizando o ambiente. E o casal de namorados aproveita cada instante para trocarem chamegos e palavras simples como o amor deveria ser.
A frase “Eu te amo!” deveria ter sabor de chocolate derretido na língua. Mesmo o chocolate meio amargo, adocicado com lábios untados de leite condensado. O amor deveria ser simples como um balde de pipoca dividido dentro de uma sala de cinema.
Admirei o céu noite dessas. Uma estrela me disse essas palavras. Conversamos em silêncio e trocamos confidências. Mas me disse não ser segredo. Disse-me estar apaixonada sem revelar por quem. Ela sente borboletas dançando em sua barriga. Imagina-se sendo cortejada com suores-poemas que escorrem da boca deleitosa de seu galanteador amável.Por vezes deixo uma cadeira ao meu lado e sento-me no chão para conversar com as estrelas. Longas conversas estimuladas pelo silêncio mútuo de quem se entende gratuitamente. Falamos basicamente sobre amor, desenhando pinturas numa tela virgem. Acho que todo mundo já teve sua noite de ficar em silêncio conversando com estrelas. Ultimamente tenho feito isso com mais freqüência.
Um infinito negro polvilhado de estrelas e uma solitária lua. Mas calma lá. A lua não é solitária. Ela tem a terra. E a terra a tem. As estrelas estão lá para abrilhantar o namoro dessas duas almas. O sol é como aquele pai (ou mãe) inoportuno que fica no pé da filha dizendo que já está na hora do namorado ir embora. A lua, obediente, vai. Mas nem sempre é assim. Por vezes ignorando o fiscal familiar, ela se rebela e se interpõe entre o obstáculo e sua amada, diminuindo a claridade, deixando apenas luzes de velas romantizando o ambiente. E o casal de namorados aproveita cada instante para trocarem chamegos e palavras simples como o amor deveria ser.
A frase “Eu te amo!” deveria ter sabor de chocolate derretido na língua. Mesmo o chocolate meio amargo, adocicado com lábios untados de leite condensado. O amor deveria ser simples como um balde de pipoca dividido dentro de uma sala de cinema.
Admirei o céu noite dessas. Uma estrela me disse essas palavras. Conversamos em silêncio e trocamos confidências. Mas me disse não ser segredo. Disse-me estar apaixonada sem revelar por quem. Ela sente borboletas dançando em sua barriga. Imagina-se sendo cortejada com suores-poemas que escorrem da boca deleitosa de seu galanteador amável.Por vezes deixo uma cadeira ao meu lado e sento-me no chão para conversar com as estrelas. Longas conversas estimuladas pelo silêncio mútuo de quem se entende gratuitamente. Falamos basicamente sobre amor, desenhando pinturas numa tela virgem. Acho que todo mundo já teve sua noite de ficar em silêncio conversando com estrelas. Ultimamente tenho feito isso com mais freqüência.

3 Comments:
Acho que estou precisando conversar mais com elas, as estrelas. Às vezes converso com a lua, mas ela tb está só (está sim!)...ou está longe da Terra...É isso...ela está só. Conversar com as estrelas deve ser melhor! Tentarei assim que a chuva passar! Bjus!
Abílio! Vc é lindo! Uma pessoa linda demais...um ser incrível. gosto de vc, viu? Gosto muito de vc! Fica bem! Bjins!
Isso soou muito inspirado, seu Abílio. Vai ver porque inspiração não falte pra você.
Muito bonito, mesmo.
Beijos.
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